A Ciência do Infinito

No trecho de introdução do Livro dos Espíritos, Allan Kardec, define o Espiritismo como a “Ciência do Infinito”, numa analogia de que o Espiritismo, é uma doutrina, cujos estudos não têm fim, portanto, infinitos. Assim ele escreve:

“Esses estudos requerem uma atenção firme, uma observação profunda e sobretudo, como de resto em todas as ciências humanas, continuidade e perseverança. (…) são os três quartos da vida para fazer um sábio, e se quer, em algumas horas, adquirir a “Ciência do Infinito”.
Portanto, não nos enganemos: o estudo do espiritismo é imenso, toca todas as questões da metafísica e da ordem social, e é todo um mundo que se abre diante de nós.”

O que é o Espiritismo?

Uma ciência, uma filosofia, uma religião: para quem conhece define como o “Consolador” prometido por Jesus. Trazida ao conhecimento da Humanidade encarnada, pelos Espíritos Superiores e codificada por Allan Kardec, na metade do século XIX, a Doutrina Espírita ou Espiritismo (termo criado por próprio Allan Kardec) se apoia em alguns princípios básicos que dão ao espírita uma fé fortalecida na razão que compreende aquilo que crê.

1 – A existência de Deus é o primeiro princípio básico do Espiritismo. O Criador surge como a Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas (conforme resposta da 1ª. questão de O Livro dos Espíritos) e como nosso Pai Celestial (segundo o Mestre amado Jesus).

2 – A existência e sobrevivência do Espírito à morte do corpo físico – ou seja: a morte não existe, o que é comprovado pelas manifestações mediúnicas; experiências de quase-morte, sonhos e projeções espirituais e lembranças de vidas anteriores;

3 – A pluralidade das existências – A reencarnação – é o retorno do espírito à vida material em um novo corpo, ligado definitivamente a este, desde o momento da concepção.

Compõe-se a Doutrina Espírita de cinco obras que abrangem questões científicas, filosóficas e morais/religiosas. São elas: “O Livro dos Espíritos” (lançado em 1857), “O Livro dos Médiuns” (1861), “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (1864), “O Céu e o Inferno” ou “A Justiça Divina segundo o Espiritismo” (1865) e “A Gênese-Os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo” (1868).


EMANCIPAÇÃO DA ALMA

Durante o sono, os espíritos viajam, conversam e se instruem com outros espíritos. Isto deve ensinar-vos a não temer a morte, pois que morreis todos os dias, como o disse um santo. Durante o sono, apenas o corpo repousa; o Espírito, esse não dorme; aproveita-se do repouso do primeiro e dos momentos em que a

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A vontade e os fluídos

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Perispírito ou Corpo Fluídico

Os próprios espiritualistas não sabem explicar como a alma imaterial,imponderável, poderia presidir e unir-se estreitamente ao corpo material… Os materialistas, em sua negação da existência da alma, muitas vezes têmapelado para a dificuldade de conceberem um ser privado de forma. Ospróprios espiritualistas não sabem explicar como a alma imaterial,imponderável, poderia presidir e unir-se estreitamente ao

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“A Inveja e o ciúme! Felizes os que desconhecem estes dois vermes roedores!“ “A inveja é definida nos léxicos como “desgosto, mortificação, pesar causado pela vista da alegria, propriedade ou êxito de outrem, acompanhando o desejo violento de possuir os mesmos bens.” (Rofolfo Calligaris, Páginas de Espiritismo Cristão, 4. ed.p. 93). A inveja e o

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